MÚSICA BOA? TEMOS! – Confira a Achadinhos do Groover: Volume III

Um novo dia começou e um novo volume da “Achadinhos do Groover” também! Nesta lista de recomendações musicais especialmente selecionada pelo nosso editorial, vasculhamos todos os cantinhos do Groover. Nossa missão é encontrar as melhores músicas recém-lançadas por artistas independentes e/ou em início de carreira, para você dar aquela turbinada nas suas playlists e poder ser o amigo descolado com bom gosto musical, que recomenda músicas excelentes para os amigos antes que elas se tornem grandes sucessos.

Na terceira edição do quadro, estamos mais poliglotas do que nunca! Ainda assim, começamos com música brasileira, depois passeamos pelo indie e pelo pop, e terminamos em um rock clássico que parece ter vindo diretamente dos anos 80. Resumindo: tem música para todo mundo. Vem com a gente!

“BEM” de Conraddo Andrade

Começamos os trabalhos com Conraddo Andrade, um artista multifacetado. Ele é cantor, compositor, ator, e artista plástico, como é possível ver no clipe de sua faixa “Eu Sou Um Desastre”. Preparando-se para lançar seu EP de estreia, ele liberou recentemente a faixa “BEM”, que é a nossa primeira recomendação para a sua playlist.

A música começa com uma guitarra bem marcada, que contrasta com os vocais potentes e únicos do cantor. A melodia é uma mistura sensual de soul, R&B e pop indie, ao passo em que a letra e a emoção na voz de Conraddo são sarcásticas e expressam com intensidade o “preço a ser pago” por se deixar seduzir pelo instrumental. Quem gosta de Rita Lee e Lulu Santos pode curtir bastante essa faixa, até porque Rita e Clarice Lispector foram grandes influências na letra. A canção se destaca ainda por parecer muito sincera, evocando emoções guturais que mexem com o ouvinte.

“Satellites” de Ellur

Em um cenário musical saturado, Ellur se destaca com a emocionante faixa “Satellites“. A junção magistral de letras profundas, uma voz envolvente, e a harmonia delicada do piano transcende expectativas. Evocando a essência de artistas como Birdy, a cantora revela uma maturidade surpreendente, conquistando seu espaço com técnica impecável e uma sonoridade que promete conquistar os ouvintes que estão em busca de artistas que entregam melancolia. “Satellites” promete ser uma adição marcante às playlists dos que buscam experiências sonoras genuínas.

“Sooner or Later” de Sophia Sheth

Misturando de forma cativante elementos do trap e do indie com um pop melodioso, Sophia Seth lançou recentemente a faixa “Sooner or Later”. A música tem uma linha de guitarra envolvente, que prende a atenção desde o início e faz o ouvinte querer dançar. Além disso, o combo perfeito entre a sua voz e a melodia da faixa agradará (e muito!) fãs de Ariana Grande e Jennifer Hudson.

Mesmo estando no início de sua carreira, Sophia já demonstra grande potencial no mundo pop como cantora, compositora, e produtora e, por isso, merece um espacinho na sua playlist.

“Vide” de Jobsab

Jobsab é um cantor francês que todo mundo deveria conhecer, é sério. Além de uma voz bastante potente, capaz de transmitir até as dores mais profundas (mesmo que você não fale seu idioma), ele também faz uma mistura sonora muito interessante em suas músicas, que passeiam pelo pop, hip-hop, e a música popular francesa (chanson française). Na tocante faixa “Vide”, por exemplo, o estilo do cantor lembra muito o de grandes nomes do rap francês como Lomepal e Maître Gims.

“Parenthèse” de Mira Zoff


Acordes de guitarra começam em um ritmo frenético e são complementados por vocais doces e suaves. Então, o baixo começa e em seguida uma batida atmosférica, transformando “Parenthèse” em algo etéreo. A faixa pertence à cantora suiça Mira Zoff, que começou sua carreira durante a quarentena. A vibe da nossa próxima recomendação lembra o trabalho de cantoras como Feist e Angie Hart, que pela qualidade única de suas vozes consegue transportar o ouvinte para um espaço completamente mágico e inesperado. “Parenthèse” merece um espaço na sua playlist porque tem uma progressão musical que te prenderá a cada novo acorde introduzido pela faixa.

“Minha Juventude” (versão acústica) de Mr. Gyn

Há 10 anos, a banda Mr. Gyn lançava “Minha Juventude”, um som que com certeza embalou a juventude de muitos brasileiros. Já em 2024, eles acabam de entrar em turnê para celebrar seus 26 anos de existência e anunciar o lançamento de um novo álbum, chamado “Sons da Minha Juventude”. O disco trará apenas releituras acústicas de grandes hits do Mr. Gyn nos anos 80 e 2000 e, uma delas, é a nova versão de “Minha Juventude”, nossa próxima recomendação.

A faixa começa de forma criativa, como uma canção de ninar, e sua evolução é interessante tanto nos vocais roucos do vocalista, quanto na progressão do instrumental, que vai ficando cada vez mais pesado e puxado no pop rock. O enredo da faixa também chama a atenção por sua irreverência e desenvolvimento que prende a atenção do ouvinte, curioso por saber como terminará a história do personagem principal. Fãs de Capital Inicial e Barão Vermelho irão curtir a música.

“Get the Hell Out” de 22 HERTZ

Get the Hell Out” do cantor, compositor, e produtor canadense 22 HERTZ tem todos os elementos necessários para uma música cativante: efeito reverb na medida certa em um vocal poderoso, uma melodia viciante, e letra intrigante. Esse combo perfeito merece um espacinho na playlist de quem curte, especialmente, artistas do cenário punk rock e metal industrial como Nine Inch Nails e Tool. A faixa vem ainda acompanhada de um clipe super produzido, que traz a ela ainda mais significado e complementa sua ambientação.

“Best Days” por The Project

Sentindo uma certa nostalgia pelo rock clássico/alternativo dos anos 80 e 90? Nada tema! Nossa próxima indicação vai te ajudar nisso. A faixa “Best Days”, do grupo The Project, captura exatamente essa vibe. Com uma sonoridade que em muito lembra a de bandas como Red Hot Chili Peppers e Foo Fighters no início da carreira, “Best Days” mistura uma melodia contagiante com vocais que ficam na cabeça. A faixa se destaca pelas variações instrumentais que insere no decorrer de seu desenvolvimento, bem como por algumas progressões de acordes que insere em sua guitarra principal, que dão a ela uma característica diferenciada.

Qual foi a sua faixa preferida? Comenta com a gente lá nas redes sociais da Capy e não esqueça de acompanhar o próximo volume em breve! Ah, e para ver nossas recomendações anteriores, acesse aqui.

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