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Dia do Cinema Nacional? Aqui estão 5 dos filmes mais premiados!

Em 19 de junho é comemorado o dia do Cinema Nacional. Para celebrar a data, separamos 5 dos filmes nacionais mais premiados de todos os tempos. Vem conferir com a gente!

O cinema nacional tem papel fundamental em nossa trajetória: Uma história contada é uma história nunca esquecida. Além de transmitir nossa essência para o mundo, a cinematografia brasileira também atua na preservação da nossa identidade: Nossa língua, nosso povo, nossas terras.

O Capivara Alternativa tem muito orgulho em comemorar esta data e estar presente em vários momentos marcantes do cinema nacional: cobrindo diversos lançamentos recentes, como ‘O Grande Sertão‘, ‘Levante‘ e ‘Evidências do Amor‘.

Agora, convidamos você a conhecer 5 filmes brasileiros que foram premiadíssimos por aqui e pelo mundo:

Bacurau (2019)

Dona Carmelita (Lia de Itamaracá) morre aos 94 anos, e os moradores de um pequeno povoado localizado no sertão brasileiro, Bacurau, descobrem que a comunidade não existe mais em mapa algum! Com o passar do tempo, percebem algo muito curioso na região: enquanto drones passeiam pelos céus, estrangeiros chegam à cidade pela primeira vez.

Quando carros se tornam vítimas de tiros e cadáveres começam a aparecer, Teresa (Bárbara Colen), Domingas (Sônia Braga), Acácio (Thomas Aquino), Plínio (Wilson Rabelo), Lunga (Silvero Pereira) e outros habitantes entendem o que está acontecendo: Estão sendo atacados. Além disso, para criar, coletivamente, uma defesa para esse ataque, falta descobrir quem é o inimigo.

Entre os prêmios do longa, estão:

Melhor Filme (Festival de Munique) Melhor Direção (Festival de Lima) e Melhor Roteiro Original (Grande Prêmio do Cinema Brasileiro).

Carandiru (2003)

O filme nos conta a história do médico Drauzio Varella (Luiz Carlos Vasconcelos) que se oferece para realizar um trabalho de prevenção a AIDS no maior presídio da América Latina, o Carandiru.

Lá ele convive com a dolorosa realidade: violência, superlotação das celas e instalações muito precárias. Porém, apesar de todos os problemas, o médico logo percebe que os prisioneiros não são figuras demoníacas, e que existe dentro da prisão solidariedade, organização, e uma grande vontade de viver.

Entre seus prêmios estão:

Melhor Diretor (Grande Prêmio Cinema Brasil) Melhor Roteiro (Grande Prêmio Cinema Brasil), Melhor Filme (Bangkok International Film Festival).

Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964)

Nesse longa acompanhamos Manuel (Geraldo Del Rey): um vaqueiro que se revolta contra a exploração imposta pelo coronel Moraes (Milton Rosa) e acaba matando-o em uma briga.

Manuel, perseguido por jagunços, foge com Rosa (Yoná Magalhães) sua esposa, juntando-se aos seguidores do beato Sebastião (Lídio Silva) que promete dar fim a qualquer sofrimento.

Porém Rosa mata o beato ao presenciar a morte de uma criança. Enquanto isso, Antônio das Mortes (Maurício do Valle), que é um matador de aluguel à serviço da Igreja Católica e aos latifundiários da região, extermina os seguidores do beato.

De acordo com a Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema), o filme é o segundo melhor filme brasileiro de todos os tempos.

Que Horas Ela Volta? (2015)

O filme nos mostra Val (Regina Casé), uma mulher nordestina de origem muito humilde, que vai para São Paulo em busca de um emprego, deixando para trás sua filha Jéssica (Camila Márdila) com o avô.

Na capital, Val consegue trabalhar de babá, e depois de empregada doméstica na casa de Bárbara (Karine Teles) e José Carlos (Lourenço Mutarelli). Uma família de classe média alta onde ela cuida do filho dos patrões, Fabinho (Michel Joelsas).

De repente, sua filha decide ir a São Paulo para fazer um vestibular, na mesma época que Fabinho, aliás, e pede apoio a mãe. Essa que acredita cegamente em uma segunda chance para um melhor relacionamento entre as duas.

Porém, a convivência é extremamente complicada por conta da personalidade da garota. Além disso, a forma como ela se comporta na casa e perante os patrões de sua mãe, se sentindo mais a vontade e não aceitando a separação de classes e posições impostas no lugar.

Entre seus prêmios encontramos: Melhor Roteiro (RiverRun International Film Festival), Melhor Atriz (Troféu APCA), Melhor Longa Brasileiro (Abraccine) e Melhor Filme (Troféu APCA).

Central do Brasil (1998)

Central do Brasil acompanha Dora (Fernanda Montenegro), uma mulher que trabalha escrevendo cartas para analfabetos na estação Central do Brasil, no centro da cidade do Rio de Janeiro.

Aliás, a escrivã acaba não enviando todas as cartas que escreve (algumas cartas ela considera inúteis ou fantasiosas demais).

Porém, Dora decide ajudar um menino (Vinícius de Oliveira), após sua mãe ser atropelada. Ele quer tentar encontrar o pai que nunca conheceu, no interior do Nordeste.

Aliás, entre seus prêmios temos: Uma indicação ao Oscar, Melhor Filme Estrangeiro (Globo de Ouro), Melhor Filme (Festival de Cinema de Havana), Melhor Atriz (New York Film Critics Circle Award), Melhor Direção (Troféu APCA), Melhor Fotografia (Troféu APCA).

Arte é a melhor coisa do mundo, ainda mais quando é brasileira. Viva o cinema nacional!

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